quarta-feira, 17 de março de 2010

Em metáfora a fênix eis " Aquele que bate " Por uma vez adormecido na domencia, latencia, inatividade ou qualquer sinônimo que caiba nesse caso. Como um sopro de vida, um saltar de bicho solto, tão espontaneo ele revive e sem demora derruba as barreiras impostas, se faz voar. Grita, geme, escandaliza-se "eu voltei ". Desesperadamente feliz procura seu único e mais valioso alimento, o Amor.
Sim amor, sorrisos disfarçados já não seram mais exigidos, nada de fora para dentro. A graça renova-se, volta aos versos absurdamente apaixonados apaixonados.
Ah amor, dentro das 4 estações prefiro você, que me da flores pela manhã, que perfuma meus cabelos, inobrece minha essência e atrai os mais lindos pássaros só para mim, aquece minhas manhãs geladas fazendo-se dissipar qualquer neblida que se atreva a invadir as primeiras horas de meu dia. Me traz brisas aos fins de tarde, ao pôr-do-sol, acariciando meu rosto num carinho tão leve e gentil que se fecho os olhos me imagino perto de tudo que sempre desejei, consigo viajar pelos os mais lindos lugares, consigo ter o prazer de ter meu peito paralisado, congestionado de sentimentos indescritíveis, acalma meu coração quando admiro os olhos de minha amada, segura minhas lágrimas apaixonadas ao me declarar, apaga minhas dúvidas, me rouba sorrisos, acende as chamas de meus olhos, me faz gritar "E u t e A m o".

Isso é amor, isso sim é amor, o Amor. Puro sentimento de se doar.

(Anne)